Ja sofremos muito, passamos noites e noites chorando, e tambem ja tivemos varios momentos de alegria quando uma esta triste é como se a outra sentisse a mesma dor que a outra esta sentindo, se algum garoto fazer alguma coisa de ruim pra ela, pode ter certeza que eu sempre vou estar la defendendo-a . Meninas dos cabelos tingidos, e com sentimentos sempre destruidos, uma tentando reconstruir a outra . Ela é a minha ruiva e eu sempre vou ser a dela, sempre.
Adaptado por Byaah e Thaís.
(Source: thebeautifulimperfect)
23/5/12 | 2:09pm
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23/5/12 | 2:08pm
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23/5/12 | 2:07pm
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(Source: s-cuffle)
23/5/12 | 2:04pm
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23/5/12 | 2:02pm
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23/5/12 | 1:59pm
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“Ugh! Tô tão cheia! Eu não vou comer durante o resto desta semana.”
Cinco minutos depois:
(Source: frescurasdediva)
23/5/12 | 1:59pm
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(Source: machineofsmiles)
23/5/12 | 1:57pm
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(Source: only-craziness)
23/5/12 | 1:57pm
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(Source: VERBALIZOU)
23/5/12 | 1:53pm
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emeraldnk
(Source: emeraldnk)
23/5/12 | 1:50pm
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(Source: semi-julieta)
23/5/12 | 1:49pm
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30/4/12 | 6:47pm
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(Source: maldades-de-uma-garota)
30/4/12 | 6:44pm
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“Menina estranha aquela” ele pensava.
Na escola, não usa maquiagem, salto alto, roupas curtas. Odeia funk, samba, pagode, e músicas do gênero. Estuda. Não penteia o cabelo, não liga pra aparência, odeia as meninas da escola, e os meninos também. Sempre chama eles de IDIOTAS apenas por não compreendê-la.
Nas festas, não move um músculo, só se for o da boca para sorrir para cumprimentar os colegas, para a festa passar mais rápido ela ouve suas músicas com seus fones, e balança a cabeça no ritmo.
Quando sai para rua, vai de qualquer jeito, com cabelo preso e bagunçado, com as roupas quase caindo, e com seu all star desgastado.
Em casa (quando está sozinha) ouve suas músicas no último volume, dança de qualquer jeito, fica no computador, come porcarias e ainda reclama do peso, vê seriados e filmes. Anda descalça, bebe gelado e depois reclama da cólica, se diverte com coisas simples.
Com os amigos (melhores amigos) se diverte, ri demais, fala merda e baboseiras, conta piadas sem sentido, canta músicas babacas, e ainda xinga os amigos, aqueles que ela diz levar pra vida inteira.
Sozinha (nos tempos de depressão) ela deita, chora, fica com dor de cabeça, ouve músicas deprimentes, e o travesseiro, coitado, fica todo encharcado. (nos tempos de felicidade) nada para essa menina, pula como se tivesse pernas novas, ri mesmo sem nada ter graça, dança sem música.
Na escola (com ele a encarando) ela olhava, espiava, desviava, ria, olhava pra baixo, contava a amiga sobre aquele menino que sempre estava olhando para ela. Mesmo não sabendo de nada sobre aquele tal menino, e que ele a chamava de “estranha”, ela insistia em retribuir o olhar.
Mesmo com todas essas diferenças, ele insistia em chamá-la de estranha, pois ele mesmo sabia, que amava pessoas assim.